segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

GUARDAS MUNICIPAIS FAZEM MAIS UM PROTESTO NESSA SEGUNDA-FEIRA (29)

Com os braços cruzados desde o último dia 23 de fevereiro, Guardas Municipais de Maceió e demais Servidores Municipais, realizaram mais um protesto no Centro, na manhã desta segunda-feira (29).

Munidos com baixas e cartazes e gritando palavras de ordem contra o Prefeito Rui Palmeira, que ofereceu apenas 2,21% de reajuste salarial frente a uma perda acumulada que ultrapassa os 13%. os grevistas saíram em caminhada pelo comercio e em seguida se dirigiram até as secretária municipal de administração.

Os Guardas Municipais e demais Servidores, também reivindicam a execução do Plano de Cargos e Carreira quanto a execução de progressões por titulação e pagamento de retroativos, e cobram melhorias nas condições de trabalho.

As entidades sindicais envolvidas na paralisação aguardam a retomada das negociações junto ao governo municipal na esperança de chegar a um acordo.
GM NOTÍCIA-AL



sábado, 27 de fevereiro de 2016

SINDICATOS AVISAM QUE IRÃO DENUNCIAR O PREFEITO DE MACEIÓ POR CRIME DE IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA

Após decisão do Tribunal de Justiça de Alagoas reconhecendo a legalidade da Greve dos Servidores Municipais de Maceió, lideranças ligadas a várias entidades sindicais, aproveitaram o protesto, realizado na Praça Deodoro, no último dia 23 de fevereiro, para avisar aos Servidores Municipais que irão denunciar Rui Palmeira ao Ministério Público por ter praticado crimes de improbidade administrativa durante a gestão.

O presidente do SINDSPREF, Sidney Lopes, criticou a política de terceirização que vem sendo praticado, segundo ele, por Rui Palmeira, cujos contratos milionários assinados em véspera e no decorrer desse ano eleitoral, teriam sido executados sem qualquer fiscalização pelos órgãos competentes, tais como, o Ministério Público e os Tribunais de Contas e de Justiça. A contratação milionária de empresa para implantação dos pardais em Maceió seria uma das denúncias a ser feita.

Sidney Lopes enfatizou que o Ministério Público já teria instaurado procedimento investigativo com a finalidade de apurar as razões que levaram o prefeito Rui Palmeira a não executar, dentro dos prazos legais, os cerca de 1.700 processos de titulações que se encontram parados no âmbito da SEMARHP desde 2009. Informou ainda que os sindicatos irão ingressa com denúncia junto ao Ministério Público para que o prefeito responda por crime de improbidade administrativa.

Já o presidente do SINDGUARDA-AL, Carlos Antônio, destacou a ampliação das atribuições dos GMs de Maceió em face da entrada em vigor do Estatuto Geral das Guardas Municipais (Lei nº 13022/2014), e disse que os GMs se encontram impossibilitados de prestar um melhor serviço à sociedade por falta de investimentos.

Carlos Antônio denunciou que a Secretária Municipal de Segurança Comunitária e Cidadania (SEMSC) se encontra falida e engessada, e que o responsável por esse quadro lastimável seria o próprio prefeito Rui Palmeira, que teria reduzido à verba de custeio e o orçamento do órgão em 50%, comprometido às ações operacionais da Guarda Municipal. Disse ainda que tem cobrado, com veemência e sem sucesso, a realização de concurso público desde o início da gestão do prefeito.

Após dizer que Rui Palmeira não tinha responsabilidade com a Guarda Municipal, Carlos Antônio lembrou que tanto as escolas municipais quanto os postos de saúde da capital permanecem sem a proteção da Guarda Municipal por falta de efetivo, e que o prefeito teria se aproveitado dessa deficiência e firmado contrato milionário e temporário com empresa de segurança privada, dinheiro que poderia ter servido, por exemplo, para concluir a regularização do porte de arma e adquirir armamentos.

Aproveitando o ensejo, o sindicalista denunciou também que a falência da SEMSC teria chegado a tal ponto que o SINDGUARDA-AL teria doado R$ 16 mil para complementar o custeio com as avaliações psicológicas visando à regularização do porte de arma da categoria, todavia, o sindicalista destacou que o processo do porte de arma se encontra parado por que a prefeitura teria alegado não ter dinheiro para custear as munições que seriam usadas no teste prático de tiro junto a Polícia Federal.    

DESPERDIÇANDO OPORTUNIDADES

Mesmo cobrando do governo municipal concurso público, implantação de progressões, pagamento de retroativos, perdas inflacionárias acumuladas, regulamentação do porte de arma, aquisição de fardamentos, armamento, rádios de comunicação, implantação de uma carreira única, em fim, diante de tantas reivindicações não atendidas o SINDGUARDA-AL acabou desperdiçando a oportunidade, nesse último ato, de externar tudo isso para os maceioenses e para a imprensa fazendo uso de faixas, cartazes e bandeiras de luta, e o que se viu no protesto foram GMs segurando faixas com reivindicação dos servidores da saúde e de outras categorias, lapso que é possível corrigir nas próximas manifestações.

AUSÊNCIAS NA MANIFESTAÇÃO

Foi possível contar a dedo o número de Inspetores e Subinspetores que compareceram a esse último ato, ausência que não se justifica, já que tais servidores também têm sofrido na pele com todo esse descaso. Igualmente foi possível perceber a ausência das associações representativas dos GMs de Alagoas, AGMEAL, e dos Inspetores e Subinspetores de Maceió, seguimentos importantes que poderiam estar reforçando o movimento grevista.

A prefeitura ofereceu aos servidores apenas 2,21% de reajuste, frente a uma perda acumulada de aproximadamente 14%. A categoria exigir ainda a execução dos direitos previstos no Plano de Cargos e Carreira e melhorias nas condições de trabalho.
GM NOTÍCIA-AL

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

RUI PALMEIRA INGRESSA NA JUSTIÇA PARA DERRUBAR GREVE DOS SERVIDORES


A prefeitura de Maceió já recorreu ao Poder Judiciário de Alagoas pedindo a ilegalidade da greve dos Guardas Municipais e demais Servidores.
Afirmando que sempre esteve aberto ao diálogo com os sindicatos que representam os Servidores Municipais, o prefeito classificou como estranha a paralisação, fazendo menção ao ano eleitoral em curso.
Os Servidores Municipais reivindicam 14% de perda salarial acumulada, enquanto Rui Palmeira ofereceu apenas 2,21%.
GM NOTÍCIA-AL

GUARDAS MUNICIPAIS E DEMAIS SERVIDORES EM GREVE FARÃO PROTESTO NA QUINTA-FEIRA (25)


Os Guardas Municipais de Maceió, juntamente com os demais Servidores Municipais em greve, farão protesto na quinta-feira (25). O SINDGUARDA-AL, através da sua página na Internet, está convocando a categoria a comparecer a Praça Deodoro, às 8hs, de onde pretendem sair em caminhada pelas ruas do Centro, em protesto pela proposta de reajuste oferecida pelo governo municipal, de 2,21%, e pela não execução dos direitos da categoria previstos no Plano de Cargos e Carreira.
GM NOTÍCIA-AL

GMs DE MACEIÓ SE UNEM PARA COMBATER PERSEGUIÇÃO DURANTE MOVIMENTO GREVISTA


Um grupo de Guardas Municipais que atuam em várias Regiões Operacionais de Maceió uniram forças e declararam em reunião, realizada nesta terça-feira (22), tolerância zero contra qualquer prática de perseguição que venha a ser aplicada a categoria durante e após o período de greve, que se iniciará nessa terça-feira (23).

Durante as discussões, os GMs lembraram que no movimento grevista do ano passado vários companheiros de trabalho teriam sofrido perseguição por terem aderido à greve. Inspetores responsáveis por Regiões Operacionais, supostamente ligados ao governo municipal, mais especificamente aos coronéis, teriam realizado rondas diuturnamente durante a paralisação para identificar os grevistas, botar falta e aplicar outras retaliações.

A grande maioria aqui presente deve se lembrar das rasteiras que muitos companheiros levaram quando a greve acabou no ano passado, vários motoristas foram afastados da função, outros foram remanejados do posto e horário de trabalho tendo o adicional noturno cortado posteriormente”. Desabafou um dos GMs que também teria sido perseguido em 2015.

Os GMs prometem radicalizar dessa vez contra qualquer ato de perseguição. Uma das medidas deliberadas pelo grupo foi de levar a imprensa até o comando das Regiões Operacionais que praticarem perseguição para que os responsáveis – comandantes - expliquem publicamente as razões das retaliações. Pretendem ainda cobrar, com veemência, uma postura dos sindicatos envolvidos no movimento de greve frente às perseguições que venham a acontecer, e prometem formalizar denúncia junto aos órgãos competentes a fim de punir os perseguidores.

Vale lembrar que o processo de negociação salarial desse ano, igualmente ocorreu em 2015, poderá acontecer na esfera do poder judiciário, no qual sindicatos e o governo municipal devem firmar acordos, dentre os quais, o que prever a abonação das faltas pelos dias de paralisação e a garantia de que não haverá perseguições em todos os setores do governo.

Se tratando de perseguições isoladas praticadas por Inspetores ou Subinspetores durante a greve, o que é inadmissível, tais casos devem ser levados ao conhecimento dos sindicatos, denunciados a imprensa e aos órgãos competentes para que os responsáveis não fiquem impunes.

Parabéns a esses obstinados e corajosos GMs! Eis aí uma iniciativa que merece ser copiada por todos os servidores municipais em greve.
GM NOTÍCIA-AL

domingo, 21 de fevereiro de 2016

SEM MOBILIZAÇÃO NÃO HÁ GREVE


Por comodismo ou descrédito nos sindicatos é fato que há uma parcela de Inspetores, Subinspetores e Guardas que não adere às greves. Apesar das redes sociais estarem sendo usadas como ferramenta de mobilização por muitos sindicatos, já se comprovou, em outros eventos, que o método não é eficaz para convencer os acomodados e desmotivados de que é preciso ir às ruas reforçar a luta por melhorias salariais e condições de trabalho.

Não há o que contestar. Para aumentar as fileiras de grevistas nas ruas é preciso intensificar o trabalho de mobilização, e para obter sucesso nesse tipo de recrutamento é necessário que os sindicalistas descruzem os braços, abandonem as salas climatizadas e ganhem as ruas visitando cada posto de trabalho a fim de convencer os antigrevistas de que a sua presença no movimento é indispensável.

Do outro lado, como um predador que atentamente vigia sua preza para no momento certo dar o bote, aparece o governo municipal, sempre a espreita contabilizando o montante de grevistas junto às secretárias e principalmente nas manifestações, e é exatamente a partir dessas avaliações que o governo decide quando deve resistir ou ceder às reivindicações, daí a importância de todos irem às ruas.

Nessa batalha, o compromisso de mobilização não se restringe apenas aos sindicatos como muitos pensam, é de competência também de cada Guarda Municipal que tem o dever de tentar convencer o colega de trabalho que é preciso ir ao campo de batalha lutar por melhores condições de vida e trabalho.
GM NOTÍCIA-AL

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

GUARDAS MUNICIPAIS DE MACEIÓ DEFLAGRAM GREVE



Após rejeitar a contraproposta de reajuste de 2,21% do prefeito Rui Palmeira, os Guardas Municipais de Maceió participaram de uma assembleia geral unificada, com os demais servidores, nesta quinta-feira (18), no auditório do Sindicato dos Bancários, no Centro, e decidiram paralisar as atividades a partir do próximo dia 23 de fevereiro (terça-feira).

A perda salarial acumulada da categoria é de 14%, e a prefeitura diz que não há condições de conceder esse aumento.

Sem concordar com a decisão dos servidores o prefeito de Maceió classificou a greve como precipitada, e afirmou que vai contestar a legalidade da paralisação na justiça.

Rui Palmeira também promete cobrar a manutenção dos serviços essenciais enquanto permanecer o movimento de greve.
GM NOTÍCIA-AL

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

RUI PALMEIRA DESCONFIA QUE HAJA INTERESSE POLÍTICO POR TRAZ DOS SINDICATOS



De acordo com matéria veiculada na Gazetaweb, na manhã desta quarta-feira (17), o prefeito de Maceió, Rui Palmeira, classificou como sendo “estranha” a decisão dos sindicatos, que representam os Servidores Municipais, de deflagrar uma greve geral na prefeitura no momento em que a comissão de negociação permanece aberta ao diálogo para discutir a proposta do governo de 2,21%.

É estranho que a Prefeitura faça uma proposta num dia e que, no outro, o movimento já decrete greve, sem apresentar sequer uma contraproposta. Em um ano de eleição, político, essa decisão é estranha”. Explicou Rui Palmeira durante evento no dia de hoje.

A desconfiança do prefeito pode está ligada ao fato de a maioria dos dirigentes sindicais, que representam o funcionalismo, serem filiados ao Partido dos Trabalhadores, e como o PT já anunciou lançar candidatura própria a prefeitura de Maceió, o fato pode ter mexido com o imaginário de Rui Palmeira lhe permitindo associar a insatisfação dos sindicalistas e dos servidores a um provável interesse político partidário.

Do contrário o que cogitou o prefeito – ser estranha a mobilização sindical em ano político – seria mesmo possível os Servidores Municipais, na sua unanimidade, não perceber estar sendo ou não usados como massa de manobra nessas mobilizações?
GM NOTÍCIA-AL

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

SEMSC AGUARDA CONVOCAÇÃO DA PF PARA INICIAR EXAMES PRÁTICOS DE TIRO



Na solenidade de entrega das carteiras funcionais dos Guardas Municipais de Maceió, realizada na SEMSC, na manhã desta terça-feira (16), o prefeito Rui Palmeira (PSDB) ressaltou que está apenas aguardando a convocação da Polícia Federal para que sejam iniciados os exames práticos de tiro e por fim regularizar o porte de arma de fogo dos GMs que foram aprovados na avaliação psicológica.
GM NOTÍCIA-AL

INSATISFEITOS COM PROPOSTA DE 2,21% DE REAJUSTE, SERVIDORES DA SAÚDE DECRETAM GREVE



Reunidos em assembleia geral, na manhã desta terça-feira (16), os Servidores da Saúde deliberaram por paralisar as atividades por tempo indeterminado. A decisão foi motivada pela proposta de reajuste feita a categoria pelo prefeito Rui Palmeira (PSDB), de apenas 2,21%.

Os servidores cruzarão os braços já a partir do dia 22 de fevereiro. A categoria decidiu manter 50% dos serviços nas unidades de saúde com o objetivo de assegurar o atendimento básico à população.

O governo municipal disse que não há condições de conceder um reajuste maior devido à crise financeira pela qual atravessa a prefeitura. Reiterou que o município está aberto ao diálogo e que a decisão de paralisar as atividades teria sido precipitada.

A estimativa é que todas as categorias do serviço público municipal deliberem por entrar em greve, já que a proposta de 2,21% foi recebida pelos servidores como sendo um insulto e uma falta de respeito.

Os Servidores Municipais reivindicam 14% de reajuste mais o cumprimento do Plano de Cargos e Carreira (Lei nº 4.974/2000) no que diz respeito a progressões por titulação e pagamento de retroativos devidos pela prefeitura.
GM NOTÍCIA-AL