A
celebração do Dia Nacional da Guarda Municipal, 10 de outubro, instituído pela
Lei federal nº 12.066/2009, bem que poderia ser considerado por sindicatos,
associações e demais entidades representativas como sendo um dia nacional de
luta por melhorias, no entanto, o que se testemunha, até então, é a mais
repleta omissão frente a tantos problemas enfrentados pela categoria em
Alagoas.
Na
esfera nacional, por exemplo, ainda se luta pela a aposentadoria especial, pela
inclusão da categoria no elenco de profissionais da segurança pública que
constam no artigo 144 da Constituição Federal. Também se reivindica piso
nacional, ampliação do direito ao porte de arma, reconhecimento da profissão
como sendo atividade de risco, a policialização da categoria, entre outros.
A
nível estadual, já incluindo a capital Maceió, se clama por aumento de efetivo
através de concurso público, por planos de cargos com carreira única, por
reposição salarial, porte e aquisição de armas de fogo, aparato logístico. Por
mais absurdo que possa parecer, ainda há reivindicações por fardamento, identidade
funcional e capacitação.
As
inúmeras contratações sem concurso público de pessoas para exercer ilegalmente a
profissão de Guarda Municipal em prefeituras alagoanas, prática que tanto tem contribuído
para descredibilizar e desmoralizar a categoria perante a opinião pública, já
seria por si só uma grande bandeira de luta digna de aplausos que justificaria,
sem dúvidas, a realização de um grande ato de protesto da Família Azul Marinho em
Alagoas no dia de hoje.

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