1 de outubro de 2026

Guarda Municipal de Maceió conduz suspeito de agredir ex-companheira à delegacia

 

A Guarda Civil Municipal de Maceió (GCMM) atuou em um caso de violência contra a mulher, na manhã desta quinta-feira (1°), enquanto estava em ronda no bairro Chã de Bebedouro. A vítima, uma mulher de 19 anos, informou à guarnição que estava sendo agredida pelo ex-marido.

Segundo a mulher, o suposto agressor se encontrava próximo ao local. A vítima foi com a equipe para ajudar na identificação do homem, que foi localizado a cerca de 200 metros do local.

Após ser identificado, o suspeito foi abordado, revistado e conduzido para a 2ª Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos da Mulher (DDM2) para os procedimentos cabíveis. Fonte: Ascom Semsc

Guarda Municipal de Maceió capacita agentes de segurança particular dos mercados da Produção e Artesanato

 

A Secretaria de Segurança Cidadã de Maceió (Semsc), por meio da Guarda Civil Municipal, promoveu uma capacitação voltada para agentes de segurança privada que atuam nos mercados da Produção e do Artesanato. Ao todo, 51 profissionais participaram da formação, que contou com oito horas de atividades teóricas e práticas.

Durante a qualificação, os participantes receberam orientações sobre defesa pessoal, em uma aula prática voltada ao aprimoramento de técnicas de proteção e atuação em situações que possam oferecer riscos durante o exercício da atividade profissional.

Para o secretário da Semsc, delegado Thiago Prado, iniciativas de qualificação contribuem para uma atuação cada vez mais preparada e integrada entre os diferentes profissionais que trabalham na área da segurança.

“É fundamental para fortalecer a prevenção e proporcionar um ambiente mais seguro para trabalhadores e frequentadores. A Semsc busca incentivar ações de capacitação e integração, aproximando os profissionais e ampliando o conhecimento sobre as boas práticas de segurança”, destacou o secretário.

A programação também contemplou conteúdos teóricos relacionados à saúde do trabalho e à segurança patrimonial, contribuindo para ampliar os conhecimentos dos profissionais sobre prevenção, cuidados durante a rotina de serviço e proteção do patrimônio.

A capacitação foi organizada pelo gerente de Ensino da Semsc, guarda Maia Júnior, que destacou a importância da qualificação dos profissionais que atuam diariamente na segurança de espaços de grande circulação.

“É uma oportunidade de fortalecer os conhecimentos dos profissionais e proporcionar ferramentas que possam ser aplicadas no dia a dia. Unimos teoria e prática para trabalhar aspectos importantes, como defesa pessoal, saúde do trabalho e segurança patrimonial”, afirmou o GM Maia Junior.

Além do curso, a Guarda Municipal também está fazendo rondas preventivas diárias em todo o Mercado da Produção e do Artesanato para garantir segurança patrimonial no local. Fonte: Ascom Semsc

Guardas Municipais concluem etapa de qualificação para manutenção do porte de arma


Os agentes da Guarda Civil Municipal de Maceió (GCMM) participaram do Estágio de Qualificação Profissional (EQP), capacitação continuada voltada aos agentes que já possuem porte funcional de arma de fogo. A programação foi iniciada no dia 10 de setembro e encerrou nesta segunda-feira (28), com a última turma da prova prática de tiro.

Com carga horária de 80 horas, o EQP reúne aulas teóricas e práticas e tem como objetivo atualizar e aperfeiçoar os conhecimentos, as habilidades técnicas e os procedimentos necessários para o exercício da GCMM. De acordo com o gerente de Ensino, GM Maia Júnior, a qualificação periódica é fundamental diante das exigências da atividade desempenhada pelos agentes no dia a dia.

“O EQP é uma capacitação continuada que tem o objetivo de aperfeiçoar os conhecimentos, habilidades técnicas e procedimentos necessários para o exercício seguro e responsável da atividade profissional. O trabalho da Guarda exige preparo constante para que o agente possa tomar decisões adequadas diante de situações reais”, afirma Maia.


Durante o estágio, os participantes têm contato com conteúdos relacionados à atuação profissional, incluindo noções de polícia comunitária aplicada, atendimento às mulheres vítimas de violência, letramento racial e instrução de armamento e tiro, entre outros temas.

Para a guarda Klésia Dué, que está na instituição há 30 anos, a qualificação é essencial para manter o profissional preparado para as atividades da rotina de um agente de segurança.

“O curso é de suma importância para nós, guardas municipais, pois vem atualizar o nosso porte de arma, que sempre foi um sonho nosso. Então, participar deste estágio nos ajuda a desenvolver nossas habilidades para promover um trabalho mais eficiente para a população”, afirmou a guarda. Fonte: Ascom Semsc

Projeto de Lei cria piso de R$ 7 mil para Guardas Municipais

 

O projeto de lei 5.479/2026, de autoria do deputado Marcos Tavares (PDT-RJ), institui uma política nacional de valorização das guardas municipais e estabelece piso salarial de referência de R$ 7 mil mensais para profissionais da categoria.


O valor considera jornada de 40 horas semanais e será proporcional para cargas horárias menores. A proposta altera o Estatuto Geral das Guardas Municipais e a lei que instituiu o Sistema Único de Segurança Pública (Susp).


O piso funcionará como referência para o vencimento básico ou subsídio inicial da carreira. Para alcançar o valor, não poderão ser contabilizados pagamentos como horas extras, adicional noturno, diárias, auxílios, indenizações, gratificações eventuais ou abono de permanência.


O valor será reajustado anualmente, em janeiro, pela variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), sem possibilidade de redução nominal.


A proposta, no entanto, não torna o piso obrigatório nem automático para todos os municípios. A implementação dependerá da adesão do ente e da aprovação de lei municipal específica.


Municípios que já paguem remuneração igual ou superior ao valor de referência não poderão reduzir os salários em razão da nova legislação.


Cofinanciamento da União


O texto permite que a União participe do financiamento da medida nos municípios que aderirem à política.


O apoio poderá ocorrer por meio de transferências fundo a fundo, programas específicos, recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP) ou transferências voluntárias.


O percentual de participação federal deverá considerar a capacidade fiscal de cada município, de forma que localidades com menor capacidade financeira possam receber proporcionalmente mais recursos.


Polícia Municipal


O projeto também permite que os municípios adotem, por meio de lei local, a expressão "Polícia Municipal" como denominação complementar das guardas.


O nome poderá aparecer em uniformes, viaturas, comunicações e identificação operacional, desde que acompanhado da expressão "Guarda Municipal".


Nos atos formais, como leis de criação da corporação, cargos e concursos públicos, a denominação Guarda Municipal continuará obrigatória.


Valorização e transparência


A proposta prevê que programas federais priorizem municípios que mantenham concurso público, plano de carreira, formação continuada, ações de saúde física e mental, equipamentos de proteção, corregedoria e ouvidoria.


O governo federal deverá manter um sistema público para acompanhar os municípios aderentes, os valores repassados, as contrapartidas exigidas e a evolução das remunerações.


Justificativa


Na justificativa, Marcos Tavares argumenta que as guardas municipais passaram a exercer papel mais amplo na segurança urbana e que a categoria precisa de instrumentos nacionais de valorização profissional.


O deputado sustenta que a proposta busca respeitar a autonomia dos municípios ao adotar um modelo de adesão voluntária e possibilidade de cofinanciamento federal, em vez de impor automaticamente uma nova despesa aos entes locais.


Segundo o parlamentar, o piso de referência pretende reduzir desigualdades salariais entre guardas municipais e estimular a estruturação das carreiras em todo o país. Confira íntegra da proposta Fonte: Congresso em foco

30 de setembro de 2026

Confetam cobra mudanças na PEC da Segurança Pública em defesa das Guardas Municipais

A Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal encaminhou, nesta quarta-feira, 30, ao senador Rogério Carvalho (PT-SE), relator da PEC nº 18/2025, a PEC da Segurança Pública, uma nota com propostas relacionadas às Guardas Municipais. O documento, preparado em conjunto com a LBS Advogadas e Advogados, formaliza preocupações que já haviam sido apresentadas pela entidade à assessoria do parlamentar durante as discussões sobre a proposta.


A PEC segue em tramitação no Senado. Em 2 de setembro, a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) aprovou o parecer do relator, deixando para votação posterior três emendas destacadas, entre elas a Emenda nº 29, relacionada à acreditação das polícias municipais.


Na avaliação apresentada pela Confetam, a proposta representa um avanço no reconhecimento da atuação municipal na segurança pública, mas esse reconhecimento precisa ser acompanhado de garantias institucionais, trabalhistas e previdenciárias para os profissionais.


Para o secretário de Políticas de Segurança Pública da Confetam, Raul dos Santos, o debate precisa considerar quem já atua diariamente na segurança das cidades. “Não podemos avançar no reconhecimento dos(as) Guardas Municipais como parte da segurança pública e deixar de fora justamente as garantias necessárias para quem está nas ruas exercendo essa função. É preciso reconhecer esses profissionais também do ponto de vista dos direitos, das condições de trabalho e da proteção previdenciária”, afirma Raul.


Três pontos preocupam a Confetam


Um dos pontos questionados pela entidade é a previsão de acreditação periódica das estruturas municipais de segurança pelos Conselhos Estaduais de Segurança Pública e Defesa Social. A confetam defende o acolhimento da Emenda nº 29, que retira essa obrigatoriedade, mantendo a conformidade com a padronização nacional prevista em lei federal. Para a entidade, submeter periodicamente um órgão municipal a uma decisão de âmbito estadual pode gerar insegurança jurídica e atingir a própria autonomia dos municípios.


Outro ponto é a exigência de que o município demonstre capacidade financeira “por meio de receita própria” para instituir uma polícia municipal. Segundo a nota, esse critério pode excluir principalmente municípios menores, cuja capacidade de financiamento depende também de transferências constitucionais, mesmo quando já mantêm Guardas Municipais estruturadas.


Para Célio Vieira, secretário de Comunicação e Imprensa da Confetam, as mudanças na Constituição precisam refletir a realidade vivida pelas corporações municipais. “As Guardas Municipais já fazem parte da realidade da segurança pública brasileira. Não há como ampliar responsabilidades e reconhecer constitucionalmente essa atuação sem discutir, ao mesmo tempo, valorização profissional, segurança jurídica e direitos para quem exerce uma atividade de risco diariamente”, destaca Célio.


Aposentadoria especial é uma das principais reivindicações


A ausência de previsão expressa de aposentadoria diferenciada para integrantes das Guardas Municipais e das futuras polícias municipais está entre as principais preocupações apresentadas pela Confederação. A nota aponta que apenas incluir essas corporações entre os órgãos de segurança pública não assegura automaticamente esse direito. Por isso, a Confetam propõe alteração no artigo 40 da Constituição para permitir que cada ente federativo estabeleça, por meio de lei complementar própria, idade e tempo de contribuição diferenciados para esses trabalhadores.


Raul dos Santos ressalta que o reconhecimento constitucional precisa alcançar também a proteção de quem desempenha a atividade. “Não é coerente reconhecer a natureza da atividade de segurança pública desempenhada pelas Guardas e manter esses trabalhadores sem uma previsão constitucional que permita a aposentadoria diferenciada. Essa é uma reivindicação fundamental da categoria e precisa fazer parte desse debate”, reforça.


Caso a mudança não seja incorporada à atual PEC, a CONFETAM solicita que exista compromisso formal para que a questão previdenciária seja tratada em proposta autônoma. Ao senador Rogério Carvalho, a Confetam apresentou três reivindicações centrais: o acolhimento do destaque da Emenda nº 29 para afastar a acreditação periódica; a retirada da exigência de capacidade financeira baseada em receita própria; e a inclusão expressa das Guardas e polícias municipais na previsão constitucional que permite aposentadoria diferenciada ou, alternativamente, o compromisso de tratar o tema em uma proposta específica.


No ofício encaminhado ao relator, a Confederação reforça que o reconhecimento dos(as) Guardas Municipais no âmbito da segurança pública deve estar acompanhado de condições institucionais, previdenciárias e laborais compatíveis com as responsabilidades atribuídas aos trabalhadores. Fonte: CONFETAM


24 de setembro de 2026

Candidato a deputado estadual, Alexandre Ayres, discute propostas de apoio à segurança pública municipal

 

Um encontro realizado na manhã de quarta-feira (23), no auditório do Sindspref, entre o candidato a deputado estadual por Alagoas, Alexandre Ayres (MDB-AL), e um grupo de GMs de Maceió, foi um momento oportuno para discussão relacionada à segurança pública municipal. 

O encontro dos Guardas Municipais com o candidato foi promovido pelo GM Mestre Melo, ocasião na qual o vereador Allan Pierre também se fez presente reforçando o anseio da categoria por valorização, estruturação e modernização da segurança pública municipal em Alagoas.