14 de outubro de 2026

CCJ DO SENADO CONCLUI ANÁLISE DA PEC DA SEGURANÇA PÚBLICA; EXIGÊNCIA DA ACREDITAÇÃO DESFAVORÁVEL ÀS POLÍCIAS MUNICIPAIS FOI MANTIDA NO TEXTO

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal concluiu, na manhã desta quarta-feira, 14 de outubro, a análise da Proposta de Emenda à Constituição (PEC 18/2025), PEC da Segurança Pública. O texto seguiu para apreciação e votação do plenário, que deve acontecer ainda no dia de hoje.

A emenda destaque (29) de autoria do senador Alessandro Vieira (MDB-SE), que alterava as regras da PEC no tocante às Polícias Municipais, retirando a exigência de acreditação pelo estado e submetendo a Polícia Municipal a uma padronização nacional, não avançou durante essa análise da CCJ, e agora resta a esperança de que tal mudança ocorra durante a votação em plenário.

A ausência do senador autor do destaque, Alessandro Vieira, durante a seção da CCJ, teria sido a causa da proposta favorável às Polícias Municipais não ter avançado, o que levou a comissão a deliberar pelo envio do texto ao plenário mantendo a exigência de autorização periódica dos conselhos estaduais de segurança pública para o funcionamento das Polícias Municipais.

Representantes de entidades representativas e lideranças das Guardas Municipais seguem no Senado Federal tentando reverter essa situação, entretanto, não será fácil por falta de representatividade própria da categoria no senado, frente a campanha e articulação feita por deputados contrários ao crescimento das Guardas Municipais no contexto da segurança pública.

13 de outubro de 2026

SENADO PODE VOTAR PEC DA SEGURANÇA PÚBLICA ANTES DO 2º TURNO

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) marcou para amanhã, quarta-feira (14), às 9h, a análise de três destaques — pedidos para examinar separadamente trechos do texto — que ficaram pendentes após a aprovação do texto-base, em 2 de setembro. A proposta, enviada pelo governo ao Congresso em abril de 2025 e aprovada pela Câmara em março deste ano, busca ampliar a integração entre União, estados e municípios no combate à criminalidade.


O texto incorpora à Constituição o Sistema Único de Segurança Pública (Susp), além de prever mecanismos de financiamento para as políticas do setor e medidas de modernização das forças policiais. Também contempla investimentos no sistema penitenciário e instrumentos para fortalecer o enfrentamento às organizações criminosas. A articulação entre as forças federais e estaduais, contudo, permanece entre os pontos controversos, diante de preocupações de governadores com possíveis interferências nas competências locais.


Após a análise dos destaques na CCJ, a PEC da Segurança Pública ainda precisará ser votada pelo plenário do Senado, também em dois turnos e com o apoio mínimo de 49 parlamentares em cada etapa. Se houver alterações de mérito em relação ao texto aprovado pela Câmara, a matéria retornará aos deputados. O governo pretende concluir a tramitação antes de 25 de outubro, de modo a apresentar a segurança pública como uma das respostas de sua gestão às preocupações do eleitorado. Fonte: Correio Braziliense


Guardas Municipais de Maceió prestam socorro emergencial a mulher na Via Expressa

Guardas Municipais que integram a Ronda Ostensiva Municipal (ROMU) Bravo, prestaram socorro emergencial a uma mulher com problemas na coluna cervical, durante policiamento de rotina na Av. Menino Marcelo, parte alta da capital alagoana.

A guarnição do 3º GO, seguia em deslocamento pela Av. Menino Marcelo, sentido Rotatória da PRF, na segunda-feira, 12 de outubro, por volta das 16h30m, quando foi abordada pelo condutor de um veículo pedindo apoio de escolta para conduzir sua esposa até a UPA do Eustáquio Gomes. 

A mulher se encontrava paralisada, deitada na parte do bagageiro do veículo e sentia fortes dores em decorrência de problemas na coluna cervical.

Prontamente, a guarnição realizou a escolta do veículo do cidadão até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), do Eustáquio Gomes, onde também auxiliou na transferência delicada da paciente do veículo para uma maca para que a mesma pudesse receber o devido atendimento médico.  

Essa ocorrência foi atendida pelos Guardas Municipais do 3º GO da ROMU Bravo, Fábio dos Santos, Marcos Gomes, Josivel e Idelânia.

Porte de arma para Guardas Municipais entra na pauta da semana do STF

 

O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) vai analisar na quinta-feira, 15 de outubro, o porte de arma de fogo para Guardas Municipais. A ação questiona dispositivos da legislação federal sobre o porte de arma de fogo da categoria.

 

O julgamento havia sido suspenso em maio de 2026, após pedido de vista do ministro Alexandre de Moraes. O relator, ministro Kássio Nunes, votou pela manutenção das exigências previstas na legislação, como comprovação de capacidade técnica, aptidão psicológica e ausência de antecedentes.

 

Em decisões anteriores, o STF derrubou restrições ao porte de arma para Guardas Municipais baseadas no número de habitantes das cidades. A ação agora pautada discute outros aspectos das regras aplicáveis à categoria.

 

A pauta pode ser alterada pela presidência da Corte, caso surjam questões urgentes ou haja necessidade de reorganizar os julgamentos. Fonte: R7

10 de outubro de 2026

Agmeal divulga nota alusiva ao Dia Nacional da Guarda Municipal

 

A Associação dos Guardas Municipais do Estado de Alagoas (Agmeal), manifesta o seu mais profundo orgulho e respeito a todos os Guardas Municipais alagoanos, que são o elo de segurança mais próximo da comunidade.

Nesta dada comemorativa, reconhecemos o valor de homens e mulheres que, com coragem, dedicação e compromisso saem de casa diariamente para proteger o patrimônio público, garantir a ordem e zelar pala vida dos cidadãos alagoanos.

A diretoria da Agmeal parabeniza cada irmão e irmã da Família Azul Marinho. Seguiremos firmes na caminhada por mais valorização e fortalecimento da nossa categoria. Parabéns, GMs alagoanos! O nosso trabalho orgulha Alagoas.

CLÁUDIA SANTANA
Presidente da Agmeal

9 de outubro de 2026

Senador eleito por Mato Grosso, Mauro Mendes, defende o fim da estabilidade para Servidores Públicos

 

O senador eleito por Mato Grosso, Mauro Mendes (União Brasil), voltou a provocar repercussão ao defender mudanças nas regras de estabilidade dos servidores públicos concursados. A proposta apresentada por Mendes prevê a revisão dos critérios de permanência no serviço público e mecanismos que, segundo ele, permitam maior cobrança sobre o desempenho dos funcionários.´

Na avaliação de Mendes, as normas atuais precisam ser revistas para possibilitar uma administração pública mais eficiente. A ideia defendida pelo senador eleito é reduzir a rigidez das regras e ampliar os mecanismos de avaliação, permitindo o desligamento de servidores que não apresentem desempenho considerado satisfatório.

A discussão ocorre poucos dias depois de Mendes também se posicionar sobre a jornada de trabalho no país. Ele criticou a proposta de fim da escala 6x1 e defendeu maior liberdade na relação entre trabalhadores e empresas, citando como referência brasileiros que trabalham nos Estados Unidos.

Mendes afirmou que trabalhadores deveriam ter a possibilidade de cumprir jornadas mais extensas, chegando a mencionar períodos de 10, 12, 14 e até 16 horas diárias, desde que houvesse remuneração correspondente. A declaração foi feita em meio ao avanço das discussões no Senado sobre mudanças na jornada de trabalho.

Estabilidade no serviço público

Atualmente, servidores efetivos adquirem estabilidade após o período previsto na legislação. A garantia busca proteger o funcionário contra demissões arbitrárias, mas não impede a perda do cargo em situações previstas em lei, como processos administrativos disciplinares, decisões judiciais e determinadas hipóteses relacionadas à avaliação de desempenho.

A proposta defendida por Mendes coloca em debate justamente a necessidade de ampliar os instrumentos de avaliação e responsabilização dos servidores. Para o senador eleito, a estabilidade não deveria impedir que funcionários com baixo desempenho fossem desligados do serviço público.

As declarações recolocam no centro do debate temas como eficiência administrativa, direitos dos servidores e limites da estabilidade no serviço público.

As eventuais mudanças, contudo, dependem de discussão e tramitação no Congresso Nacional e, no caso de alterações constitucionais, da aprovação conforme o rito previsto para emendas à Constituição. Fonte: popularonline