O presidente da Associação Nacional de Altos Estudos em Guardas Municipais, Izdalfredo Nogueira, direcionou novas críticas a Federação Nacional de Sindicatos de Guardas Municipais (Fenaguardas), cobrando maior combatividade da entidade no processo representativo da categoria, principalmente no campo jurídico.
Izdalfredo Nogueira divulgou breve histórico nas mídias sociais apontando várias ações, tanto de cunho político quanto jurídico, que teriam sido implementadas nos últimos anos pela Federação Nacional de Entidades de Oficiais Militares Estaduais (FENEME), contra o desenvolvimento das Guardas Municipais em todo o território nacional.
O presidente da ANAEGM salientou que a atuação das Polícias Militares nos municípios tem sido extremamente lesivo ao crescimento das Guardas Municipais, boicotando investimentos, o aumento de efetivo, a compra de equipamentos, de armamento, a implantação de Plano de Carreira, e a execução da melhoria dos serviços prestados aos munícipes.
Nogueira ressaltou nunca ter havido a impetração de ação judicial, por parte das entidades que defendem Guardas Municipais nacionalmente, no sentido de responsabilizar a Federação Nacional de Entidades de Oficiais Militares Estaduais, por crime de perseguição contra as Guardas Municipais em todo o país.
Em áudio também veiculado em grupos do WhatsApp, Nogueira disse que vai intensificar cobranças para que a Fenaguardas ingresse com ação judicial contra a Federação Nacional de Entidades de Oficiais Militares Estaduais. “Eles vão ter que entrar contra discriminação, preconceito, assédio, coação e perseguição contra a Federação Nacional (FENEME)”.
Nogueira mobiliza os Guardas Municipais do Brasil a cobrar uma ação enérgica dos Sindicatos e da Fenaguardas por serem entidades que dispõem de maior estrutura financeira para propor ação contra a FENEME, entidade privada que não teria, segundo Nogueira, legitimidade alguma, mas que, no entanto, estaria mandando na segurança pública.O Blog ressalta que o espaço se encontra a inteira disposição para que as entidades citadas na matéria possam manifestar o seu direito de resposta caso assim julguem necessário.
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