24 de novembro de 2021

Sindicatos vão se reunir com o Procurador Geral do Ministério Público para tratar sobre o acordo dos retroativos Kátia Born

Após decisão do TJ-AL tomada no dia de ontem (23), para que o Ministério Público passe a intervir no processo que trata do retroativo Kátia Born, o presidente do Sindguarda-AL, Carlos Antônio (Pisca), disse na manhã desta quarta-feira (24), que os Sindicatos vão solicitar audiência com o Procurador Geral do Ministério Público para tratar sobre o assunto.

O presidente do Sindguarda-AL disse também que será solicitado ao Procurador Geral que se faça presente na reunião os promotores da Fazenda Pública Municipal, em especial o promotor Marcus Rômulo, ocasião em que será pedido ao MP-AL que encontre uma solução para que o pagamento dos retroativos sejam retomados o mais breve possível.

“O Ministério Público terá que encontrar uma saída. A prefeitura tem o dinheiro para pagar e o servidor está sendo penalizado porque o Ministério Público persiste em intervir no acordo. As partes envolvidas no processo cumpriram alguns ajustes apontados pelo Ministério Público, e mesmo assim o órgão persiste em recorrer para que essa dívida que a prefeitura tem com o servidor não seja paga”, pontuou o presidente do Sindguarda-AL.

Carlos Antônio (Pisca) informou que, dependendo do desenrolar dessa audiência com o Ministério Público, vai propor aos demais Sindicatos a realização de uma grande assembleia unificada com os Servidores Municipais para decidir conjuntamente quais medidas serão adotadas visando retomar o pagamento desses retroativos.

Guardas Municipais fizeram uso do WhatsApp para expressar indignação contra essa persistência do Ministério Público em querer retardar ou mesmo impedir a retomada do pagamento desses retroativos que vem sendo protelado desde 2013. Alguns GMs chegaram a propor aos Sindicatos a realização de um grande ato de protesto na porta do Ministério Público.    

Um comentário:

Poeta disse...

Pois é. Até parece que o MP está levando para o lado pessoal penalizando os servidores públicos. Vai dá logo o título de procurador geral! Porque isso já virou ativismo judicial.